Aqui estava eu em uma manhã de domingo arrumando meu quarto, tirando aquele pózinho que fica no guarda-roupa quando comecei a ver e ouvir uns repertórios de pas de deux, quando me surgiu a ideia de fazer um post comentando e e expondo a vocês meu 5 ballets pas de deux preferidos. Claro que existem muitos bonitos alias eu nunca vi nenhum feio! São esses que eu vejo e repito algumas vezes por dia..
Number 1: Pas de Deux - Lago do Cisne - Cisne Negro
MEEU SONHO!! Lindo, perfeito e vibrante!! Sem mais..sou apaixonada por esse.. um dia irei dançar se Deus quiser!! É um repertório forte, e a bailarina tem que fazer umas expressões do sorrir e seduzir.. perfeito, perfeito e na minha opinião é ápice da bailarina!! Vejam esta versão com os bailarinos Mayara Magri e Diego Costa:
Number 2: Pas de Deux Quebra nozes - Principe e Fada açucarada Outro sonho!! É meigo, delicado, apaixonante, e o repertório musical é de doer o coração..
Number 3: Pas de Deux Don quixote
Esse é um sonho realizado! Quer dizer ainda vai ser realizar daqui uns dias.. mas bem dizer já é realizado pois este ano estarei apresentando com o Ballet Dom Bosco, com ballet de repertório Don Quixote.. Amei..e amoo!! Desde que me deram este papel parece que a trilha sonora na minha vida é a música do pas de deux, vivendo cada dia o personagem..rsrs
Number 4: Pas de deux - Diana e Acteon Música encantadora, estilo meio medieval, coreografia de Vaganova.. bom..lindo demais,só vendo:
Number 5: Pas de deux - Águas primaveris
Sonho realizado também..ano passado! A música dá uma liberdade.. Difícil escolher, mas estes foram os meus preferidos..e o de vocês?? Depois eu faço um post sobre variações preferidas também.. Beijos, e fiquem com Deus!
Olá girls and boys! Continuando as matérias sobre os ballets de reepertório, hoje contaremos a história do ballet que as bailarinas (os) do Ballet Dom Bosco e Sesi dançaram este ano: La Bayadére.Antes de começarmos a pensar em montar este ballet eu não sabia qual era a história e não tinha conhecimento do repertório e me surpreendi, pois gostei muito! No começo tudo é estranho, aquele clima indiano que eu não entendia muito bem, mais com o passar do tempo assistindo, dançando e pesquisando mudei de conceito, é um ballet um pouco difícil de montar pois seguindo Petipa (coreógrafo) , que montou este ballet, existe técnicas razoavelmente difíceis, fizemos alterações para que todas da escola pudessem dançar, e arrasaram (arrasamos!). Então hoje, aproveitem pra saber mais deste lindo ballet que me conquistou! E aaah, ali do lado abaixo dos seguidores há uma pequena enquete, participe! E se você gostou do blog, compatilhe com seus amigos! Desde já agradeço! ;)
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Ballet de repertório V - La Bayadére
Música: Ludwing Minkus
Libreto: Khudenov
Coreografia de Marius Petipa.
Estréia no Teatro Marinsky de São Petersburgo, a 4 de fevereiro de 1877.
O primeiro ato nos apresenta um templo hindu.
Solor, contente por ter sido bem sucedido numa caçada, manda um servo levar ao rajá um tigre por ele morto.
O jovem guerreiro permanece no templo, pois espera ver sua amada Nikia. Quando ele sai um sacerdote brâmane entra com bailadeira, e tenta confessar-lhe seu amor, mas é rejeitado. Irado, jura vingar-se.
O faquir Magda Veyga avisa Nikia que Solor está à sua espera. O guerreiro pede a Nikia que parta em sua companhia.
A bailadeira concorda, mas pede a Solor um juramento de fidelidade diante do fogo sagrado. O sacerdote brâmane observa a cena.
Rajá se encontra muito satisfeito com o presente de Solor e oferece-lhe a mão da filha. O guerreiro, temendo recusar esta grande honra, e também enamorado da beleza de Gamsatti, aceita, esquecendo o voto sagrado feito a Nikia.
Segue-se a Festa do Fogo para celebrar o noivado. Entre as dançarinas estão Aiya, confidente de Gamsatti, e Nikia. O sacerdote brâmane conta ao rajá o que ouviu entre Solor e Nikia. Gamsatti ouve está conversa e apressa-se a contar Nikia. Esta se recusa a acreditar, mas a filha do rajá instante para que desista de Solor.
A bailadeira ataca Gamsatti com um punhal, mas é detida por um servo Aiya acalma a filha do rajá e se oferece para livrá-la de Nikia.
No casamento de Solor com Gamsatti. O rajá ordena que Nikia dance com as outras bailadeiras. Durante a dança, Aiya oferece a Nikia uma cesta onde está escondida uma serpente venenosa, que morde Nikia.
Vera Trefilova em La Bayadère, em 1900
O faquir mata a cobra, e brâmane se oferece para salvar a bailadeira, desde que ela lhe pertença. Nikia recusa e continua dançando até morrer.
No reino das sombras. Solor está desolado pela morte de Nikia. O faquir procura distraí-lo com uns encanadores de serpentes. Solor adormece e sonha que visita, com Nikia, uma terra desconhecida. Surgem os espíritos das bailadeiras mortas.
Afinal Solor encontra Nikia e jura que nunca mais abandonará.
Fonte: Blogdicasdedança
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Bem resumido né? hehe! Ah esqueci de comentar que ano passado quando fui em Joinville vi uma variação de La Bayadére lindíssima, da acadêmia Adriana Assaf de São Paulo , muuuito bom! Amei a variação, e o cenário = perfeito!! Ai dois vídeos, um deste que falei que assisti em Joinville, vale a pena..para de preguiça e dá uma olhada ai! hahah..e o segundo é da poderosa Marianela como Gamsatti.
Oi pessoal! Como vão vocês? Passei esse tempinho sem atualizar pois estava ocupada com outras coisas, porém hoje estou aqui continuando a matéria sobre os ballets de repertório! O 4º escolhido foi "O Quebra nozes", é um ballet alegre, não diria que ele é dramático, usa bastante mimica, e é fácil de entende-lo, tem técnica, mais não é um ballet tão difícil de montar, já dancei inúmeras vezes..e este ano é o meu primeiro ano que irei montar um ballet de repertório e escolhi este parar começar! Adoro a história, o repertório, e tenho segurança em monta-lo, isso é o mais importante..pois não adianta eu querer montar um lago dos cisnes sendo que não tenho sequer uma aluna com capacidade para tal. Na hora de escolher um ballet, temos quer ser realistas, afinal quem vai passar vergonha é você (professor) e suas alunas.Ai vocês me perguntam.. por que irei montar o quebra nozes? Porque tenho muitas alunas crianças, poucas adolescentes, e tenho alunas adultas (para fazer a parte da festa) maioria vai esta fazendo seu 3° ano de ballet comigo.. estão em um nível que da pra montar então, tudo certo! boa sorte pra mim! hehehe.e paciência..! Chega de conversa, e vamos a matéria de hoje! Ah pessoal, outra coisinha, se não for pedir demais, compartilhem no facebook a matéria ou o blog! hihih..bjoss! Talita
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Ballet de repertório IV - "O Quebra Nozes"
Clara e o quebra nozes
Escrito em São Petersburgo e apresentado a 18 de Dezembro de 1892, o balé em dois atos, com coreografia original de Marius Petipa (1818-1910), contém uma das músicas mais conhecidas de Tchaikowsky. Entretanto, o compositor relutou em aceitar o trabalho e o considerou muito inferior a Bela Adormecida.
Embora as suítes de balé sejam realizadas depois da peça pronta, a do Quebra Nozes foi elaborada ao mesmo tempo da composição da obra, e sua execução teve lugar bem antes da apresentação do Balé, a 7 de Março de 1892, sob a regência do próprio autor.
O ballet está dividido em dois atos com durações mais ou menos equivalentes, compreendendo um total de quinze partes dançadas, precedidas de uma abertura.
Flocos de Neve
Nesta primeira parte, a abertura, uma miniatura, é de orquestração reduzida, no mínimo diferente, quase uma brincadeira, produto de um mestre da orquestração. Nas cordas, somente violas e violinos com duas flautas, pares de oboés, clarinetes, fagotes, trompas e triângulo, o suficiente para se estabelecer, desde o início, o ambiente de conto de fadas através de sua cintilante leveza. Maravilhosas e pequenas passagens em forma de cadencia na flauta e no clarinete, os pizzicatos dos violinos e a impressionante linha do baixo exposta pelas violas, pontuado pelo triângulo, passam uma impressão de espontaneidade franca e cordial.
Fada açucarada
Baseado num conto infantil de E.T.A. Hoffmann, a festa de Natal passa-se na casa da família Stahlbaum. Como todo o mundo, na noite de Natal as pessoas se reúnem para comemorar a data. Na sala de Clara uma enorme árvore de Natal ricamente decorada e iluminada. Seu irmão Fritz e as crianças se divertem, enquanto que seus pais recebem os convidados. Entre os convidados, seu padrinho Drosselmeyer, que era adorado por todas as crianças, que ao vê-lo largam seus brinquedos e diversões e correm ao encontro do ilustre convidado, pois ele traz consigo diversos presentes. Brincando com as crianças, o padrinho oferece repolhos, maçãs e outras frutas e legumes, como se esses fossem os reais brinquedos, o que desapontou todas as crianças, logo trocando-os por uma farda, um cavalo de pau, uma espada para Fritz, uma boneca e uma sapatilha de ballet para Clara.
Depois de algumas danças, o senhor Drosselmeyer, preparou um teatrinho de bonecos, pelo qual foi muito aplaudido. Depois de tanta diversão, chega o momento das despedidas, e apesar das reclamações das crianças que queriam se divertir mais, a hora de dormir havia chegado. Os convidados agradecidos pela noite espetacular, vão se despedindo um a um. Mas Clara recebe um novo brinquedo antes de dormir, um boneco Quebra-Nozes em forma de soldadinho, Fritz enciumado pelo novo presente recebido de Clara, o quebra e seus pais de castigo os mandam dormir. O senhor Drosselmeyer comovido, conserta o boneco entregando-o a Clara que o coloca embaixo da árvore de Natal que só fica com a iluminação da decoração ligada.
Clara não consegue dormir pensando na movimentação da festa, nas brincadeiras, nos presentes e depois que todos já estão dormindo, Clara volta para a sala sem fazer muito barulho, e com o objetivo de ver seu boneco quebra-nozes. Quando se aproxima para pagá-lo, sente que há algo diferente na sala; tudo parece um sonho, quando o relógio bate as badaladas da meia noite, aparece seu padrinho - o senhor Drosselmeyer - como se fosse um mágico, transformando a árvore e a sala, dando ao quebra-nozes o tamanho real de um homem.
De repente, surge no chão um grupo de ratos e Clara, surpresa e assustada, pula em cima de uma cadeira da onde assiste uma verdadeira batalha entre os ratos liderados pelo seu rei e os soldadinhos de chumbo de Fritz liderados pelo Quebra-Nozes. Os ratos, mais numerosos, estavam ganhando a luta e quando o rei, aproveitando uma queda do boneco aproxima-se para matá-lo, Clara sai de onde está e atira sua sapatilha de ballet em cima dele. Surpreendidos por este ataque, os animais ficam confusos e começam a se retirar, dando a vitória aos soldados.
Reconhecendo o ato de coragem de Clara, como prêmio, seu padrinho transforma o boneco quebra-nozes em um lindo príncipe, que, em agradecimento por ela ter salvado sua vida, oferece-lhe uma grande viagem encantada.
As bolas da árvore de Natal começam a se transformar em flocos de neve, o chão e o teto da sala desaparecem e Clara se vê no País da Neve, cheio de árvores cobertas de pingos de gelo. É anunciada a chegada da Rainha das Neves que vem com suas damas e pajens receber os visitantes ao som de uma linda valsa. Clara está encantada e, com sua varinha mágica, a rainha faz aparecer um trenó que desliza por um rio congelado, levando a menina e o príncipe para outro lugar: o País dos Doces. Lá os espera, em um castelo, a Fada Açucarada sentada em seu trono feito de doces de todos os tipos. Ela escuta do príncipe a história de coragem de Clara quando salvou sua vida e, para premiá-la mais uma vez, a fada prepara uma grande festa onde ela poderia comer todos os chocolates de que tanto gostava. Os doces se apresentam dançando aos convidados e logo é anunciada a Valsa das Flores, em homenagem ao príncipe que se levanta para escolher seu par. Clara pensa que ele vai dançar com a Fada Açucarada, não só em agradecimento pela festa, como também por ela ser uma excelente bailarina, mas o príncipe a convida e os dois saem dançando, formando um belo par. A fada também participa da valsa dançando com o casal por alguns momentos.
No final da música, Clara começa a se sentir sonolenta e tem a sensação de estar mergulhando num macio mar de mel que se fecha sobre a sua cabeça, fazendo com que tudo fosse desaparecendo.
De manhã os pais de Clara se assustam ao não encontrá-la na cama. Descem preocupados ao salão e lá a encontram dormindo embaixo da árvore de Natal, junto com o Quebra-nozes como se estivesse sonhando o mais lindo dos sonhos.
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Agora, um vídeo que vejo quase todos os dias e to pensando sériamente em treiná-lo esse ano para apresentar. Haja treino.. mas é um repertório lindo.. bailarinos deste vídeo Luana Correa e Gustavo Carvalho (feras brasileiras):
Esses developês dela..aiaiai! É pra matar qualquer uma mesmo.. !
Estréia no Teatro Royal de Música, em 1º de abril de 1846.
A ação transcorre na Espanha durante a época napoleônica.
Esse ballet em dois atos, conta a história de Paquita, criada por ciganos, que salva a vida do filho de um general francês, Lucien. Sua estréia foi em 1 de Abril de 1846, na Academia Real de Música de Paris, com libreto de Joseph Mazilier e Pierre Foucher e coreografia de Joseph Mazilier, com música de Edouard Marie Ernest Deldevez. No ano seguinte, Petipa o produziu como seu trabalho de estréia para o Ballet Imperial e, em 1881, pediu a Minkus, que adicionasse música para um Pas de Trois (coda), que foi levado para Ato I e uma mazurka para crianças e um Grand Pas, ambos a serem acrescentados ao final do ballet, daí o porquê de muitas músicas lembrarem Don Quixote. É por essas peças que o ballet é, mas conhecido. Com Carlotta Grisi no papel – titulo e Lucien Petipa como Lucien. Foi fruto dos gostos exóticos do balletromântico que prezavam tons de outras culturas.
A história se passa na Espanha, durante o período em que o país enfrentava a invasão napoleônica e conta a história de Paquita, uma moça que foi raptada na infância por ciganos, que mataram seus pais e a criaram. Ela conhece Lucien d’Hervilly, filho de um general francês, que logo se apaixona por ela. Lucien, porém, está comprometido com Serafina, filha de um governador espanhol, D. Lopez de Mendonza. Um compromisso feito por razões políticas e que não empolga a nenhum dos dois envolvidos e enfurece Mendonza, que não deseja ver sua filha casada com um francês. No começo, Paquita não aceita as investidas de Lucien, por ser de um nível social inferior ao do rapaz. O casal também tem que lidar com Inigo, um cigano apaixonado por Paquita e que trama com governador para matar Lucien. O nobre é levado à casa de Inigo para ser assassinado, mas Paquita o alerta, frustrando os planos do cigano. O clímax surge quando os apaixonados descobrem que Paquita é nobre, prima de Lucien e os dois podem se casar. A coreografia por Mazilier foi criada para explorar as grandes habilidades de Carlotta Grisi, que já havia encantado platéias com sua Giselle cinco anos antes da estréia de Paquita. De Giselle também veio o intérprete de Lucien, o bailarino Lucien Petipa, que havia sido o Albretch de Carlotta. O divertissimant final acrescentado por Petipa é uma mostra do mais puro classicismo, com brilhantes passagens de virtuosismo. Como o ballet logo desapareceu dos palcos de Paris na segunda metade do século XIX, mas na Rússia continuou a ser encenado até os anos XX, a coreografia de Mazilier se perdeu e o ballet passou a ser conhecido pelo Grand Pas de Petipa. Na Rússia o então diretor do Kirov, Oleg Vinagrodov, transformou o Pas de Trois e o Grand Pasem um divertissimant, em 1978. Antes disso, o ballet havia recebido versões de Danilova, Balanchine e Nureyev. Sua versão, no entanto, utiliza a história de uma maneira ligeira, como um mero pretexto para as danças. Inclusive variações virtuosas para homens, que no original eram feitas por mulheres en travesti. Em 2001, Pierre Lacotte recriou o ballet em sua pantomima original. Essa versão utiliza bastante mímica para contar a história e resgata, se não a coreografia de Mazilier, o estilo de dançar do século XIX. Além de contar com um figurino bastante fiel ao ambiente e época que retrata. Essa versão foi feita para o ballet da Ópera de Paris.
Ato I, cena I: O grupo de um nobre, Lucien, para em um acampamento cigano para descansar. Lá, ele conhece Paquita e logo se apaixona por ela. A moça, no entanto é alvo das atenções de Inigo, o chefe dos ciganos e começa a tramar contra a vida do rapaz e o convida para jantar. Lucien, por sua vez, já está comprometido.
Ato I, cena II: Mostra a casa de Inigo e Paquita. Inigo e o governador conspiram para matar Lucien. O plano consiste em drogar Lucien durante um jantar para poder esfaqueá-lo. No entanto, Paquita ouve a conversa e avisa a Lucien e os dois fogem da casa. Essa cena é feita de mímica na maior parte.
Ato II: Enquanto acontecem os preparativos para o casamento entre Lucien e Serafina, ele chega com Paquita e pede que ela se case com ele. Ela não quer aceitar por ser cigana, mas ela percebe um retrato igual ao que ela leva em um camafeu, descobrindo que além de nobre, é prima de Lucien. Dessa forma, eles podem casar. É nesse ato que podemos ver o famoso Grand Pas Classique.
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Então pessoal, este ballet faz um pouco estilo don quixote, em minha opinião. Acho o repertório um pouco parecido, eles fazem o estilo meio espanhol, e Paquita também é um ballet bem alegre, não é dramático, é até engraçada algumas partes do primeiro ato, dela como cigana. E as músicas, beem vibrantes = adoro!. Dancei como solista deste ballet no ano de 2008..foi uma experiência boa, esperava mais de mim..me esforcei tanto! Mais tenho um problema enorme com nervosismo.. enfim, mesmo assim..foi ótimo! Me fez amar este repertório, mais ainda.
Um vídeo da parte mais famosa deste ballet e depois umas fotos de quando dancei Paquita :
me1
me2
me3
Até a próxima, tenho várias novidades pra esta semana!! Voltem sempre..boa semana pra vocês, que cada dia seja iluminado! E eu curtindo minhas férias assim..no blog,estudando, namorando, dormindo..olha, eu tava precisando dessas férias, mais sinceramente? Também to ansiosa pra começar tudo de novo.. vai entender né!!
Olá pessoal, retornando a matéria sobre os ballets de repertório hoje vamos saber mais sobre o ballet "O Lago dos cisnes". É um ballet pouco dançado, é dramático, exige muita técnica, expressão, sincronia, harmonia, na minha visão é um ballet difícil de ser montado, pois exige demais da escola, grupo, e das bailarinas. Infelizmente nunca dancei, a minha mestra montou apenas uma vez e eu ainda era criancinha, mais nunca me esqueci dos repertórios, principalmente a parte do pas de quatre e da coda, essas partes é uma das que eu mais gosto de ver, a música que eu nunca esqueci e a sincronia das bailarinas, abaixo da matéria colocarei alguns vídeos pequenos pra vocês admirarem também. Chega de conversa e vamos a matéria..
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Ballet de repertório II - O Lago dos cisnes
Música: Tchaikovsky
Coreografia: Marius Petipa (1° e 2°ato) e Lev Ivanov (3º e 4º ato)
Estréia: 1895 em São Petersburgo, Rússia
O Lago dos Cisnes é um balé em 4 atos, um dos mais populares e um verdadeiro conto de fadas. Existe a princesa, o príncipe, o bruxo, encontros, desencontros e um final feliz, onde o bem triunfa sobre o mal.
Sua primeira apresentação foi em Moscou em 1877, com coreografia de Julius Reisinger; um verdadeiro fracasso, não só pela coreografia pobre como também pela atuação da bailarina.
Sua segunda versão que permanece até hoje, teve a coreografia do 1° e 3° atos de Marius Petipa e do 2° e 4° de Lev Ivanov. Os de Petipa são vigorosos e técnicos, enquanto os de Ivanov são extremamente poéticos.
História
Príncipe Siegfried está completando 21 anos, e a Rainha-Mãe decidiu que ele deveria escolher uma noiva no baile de seu aniversário. Indiferente ao amor e às responsabilidades, ele comemora o aniversário com os amigos, e à noite, resolve sair para caçar. Ao se aproximar de um lago repleto de cisnes, o príncipe se prepara para atirar quando os cisnes se transformam em jovens princesas. Odete, a Rainha dos Cisnes, dança com Siegfried e lhe conta que ela e as outras princesas são vítimas do feiticeiro Rothbart, que as condenou a viver como cisnes durante o dia, só voltando à sua forma normal da meia-noite à aurora. Segundo ela, o encanto só se quebrará quando um jovem de coração puro lhe jurar fidelidade. O príncipe declara seu amor e convida-a para o baile do dia seguinte, onde quebrará o encantamento, escolhendo-a para ser sua noiva.
No baile, a Rainha-Mãe lhe apresenta seis princesas, mas ele se mostra indiferente a elas, esperando ansiosamente por Odete. Muitas danças são apresentadas enquanto o baile transcorre, até que um nobre chega com estrondo, que na verdade é Rothbart disfarçado com sua filha, Odile, metamorfoseada em Odete. Siegfried dança com ela pensando ser sua amada, enquanto Odete, ainda em forma de cisne, tenta inutilmente chamar a atenção dele nas janelas do palácio. O príncipe anuncia que já fez sua escolha, e só então percebe que ainda não era meia-noite e aquela não poderia ser Odete, mas era tarde demais, já havia dado sua palavra. Desesperado, Siegfried corre para o Lago, onde encontra Odete junto às amigas. Os amantes se jogam no lago, e nesse momento, a magia é quebrada e o reino de Rothbart desmorona, matando-o.
Antes de 1895, esse ballet já havia sido estreado com outra coreografia, de Julius Reisinger, em 1877. Foi um fracasso, pois a corografia deixava a desejar, assim como a atuação da primeira bailarina, Pelágia Karpakova. Por ser protegida, Karpakova podia fazer o que bem quisesse, inclusive modificar as partituras e inserir solos seus no ballet já montado. O resultado de tantas interferências foi um ballet sem seqüência ou sequer identidade, e conseqüentemente fracassado. A versão de 1895 possui coreografia de Lev Ivanov e Marius Petipa, este último tendo migrado para a Rússia fugindo do Mercantilismo e da desvalorização da arte na Europa Ocidental. Chegando na Rússia, Lev Ivanov se tornou seu assistente, mais tarde coreografando diversos Ballets que levam sua assinatura. São marcas do Lago dos Cisnes a trama totalmente irreal, construída na época do Romantismo/Realismo. A coreografia do 1º e do 3º ato, de Petipa, é extremamente vigorosa e técnica, enquanto os 2º e o 4º atos, de Ivanov, são extremamente poéticos, e por causa dessa poesia e do casamento perfeito entre coreografia e música considera-se que o aprendiz superou o mestre.
Resumindo em atos:
Ato I
No castelo realiza-se com toda a pompa o aniversário do príncipe Siegfried. A rainha oferece ao filho como presente uma balestra e pede-lhe que, no dia seguinte, escolha uma esposa entre as convidadas da festa. Quando os convidados saem do castelo, um grupo de cisnes brancos passa perto do local. Enfeitiçado pela beleza das aves, o príncipe decide caçá-las.
Ato II
O lago do bosque e as suas margens pertencem ao reino do mago Rothbart, que domina a princesa Odette e todo o seu séquito sob a forma de uma ave de rapina. Rothbart transformou Odette e as suas donzelas em cisnes, e só à noite lhes permite recuperarem a aparência humana. A princesa só poderá ser libertada por um homem que ame apenas a ela. Siegfried, louco de paixão pela princesa das cisnes, jura que será ele a quebrar o feitiço do mago.
Ato III
Na corte da Rainha aparece um nobre cavalheiro e sua filha. O príncipe julga reconhecer que a filha do nobre cavalheiro é a sua amada Odette, mas na realidade por baixo das figuras do nobre cavalheiro e a sua filha escondem-se o mago Rothbart e a feiticeira Odile. A dança com o cisne negro decide a sorte do príncipe e da sua amada Odette: enfeitiçado por Odile, Siegfried proclama que escolheu Odile como sua bela futura esposa, quebrando assim o juramento feito a Odette.
Ato IV
Os cisnes brancos tentam em vão consolar a sua princesa. Mas Odette destroçada pela decisão do príncipe, aceita a sua má sorte. Nesse momento surge o príncipe Siegfried que explica à donzela como o mago Rothbart e a feiticeira Odile o enganaram. Odette perdoa o príncipe e os dois renovam os votos de amor um pelo o outro. O mago Rothbart, impotente contra esse amor, decide se vingar dos dois e então inunda as margens do lago, Odette e as suas donzelas logo se transformam em cisnes novamente e o príncipe Siegfried, tomado pelo desespero, se afoga nas profundas e turbulentas águas do lago dos cisnes. O príncipe não sobrevive, e Odette com a dor que sente em perder o amado, morre. Uma trágica morte de amor.
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Tentei resumir a matéria pra não deixar maior ainda..mais tudo o que tem ai é o essencial! Assisti aqui em casa ao dvd que tenho e não pude deixar de perceber que é um ballet grande, dramático, triste, mais ao mesmo tempo mesmo por não ser alegre como don quixote, o drama da historia prende você a assistir, e não, não cansa. Tem uns ballets que são cansativos, mais isso vai de opinião pra opinião e gosto pessoal. É difícil e entendo por que é dificil montar este ballet, basta assisti um pouquinho, ele vai muito alem da técnica, dançar sorrindo em uma historia feliz é muito mais fácil do que em historias assim, além disso há muitas piruetas,atittudes (atití), arabesques, developês, é um show de técnica viu..tem que ter muita segurança pra montar este ballet, pra sair limpo e bonito.
Separei alguns vídeos das partes que mais gosto, deem uma olhada para sentir o que é este ballet e do que estou falando:
1 - Pas de quatre - ( Vídeo das quatro bailarinas) - Esse que eu disse no começo da matéria.. que sincronia! Nunca esqueci esse repertório..acho fantástico, adoro vê-las dançar! Imagine eu criança..ficava de boca aberta vendo elas fazendo igualzinho.
2 - Parte da Coda - Lembranças também da minha infância no ballet.. me perguntava como elas conseguiam passar tanto tempo dando esse pulinhos em arabesque, tadinha, isso não é nada em relação aos fouetés que peno hoje!!rsrs.A sincronia do final é perfeita também..
3 - Pas de deux - Svetlana Zakharova como cisne negro, uma das minhas partes preferidas também..
4 - Agora esse vídeo, na primeira vez que eu vi.. pensei: ''não é possível''..mais se tá no vídeo é porque é possível sim.. Q Q ISSO viu?? Só podiam ser os chineses mesmo..e não, não faz meu tipo nenhum pouco, mais é de impressionar!
Bom pessoal, chega por hoje.. no final das contas acho que a matéria ficou um pouco grandinha, muita coisa legal pra falar por aqui.. o próximo ballet da matéria seguinte ainda estou pensando, mais com essa enorme de hoje.. acho que vocês vão ficar um tempinho absorvendo a de hoje. Tenham todos um bom final de semana,